<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[Termômetro Musical]]></title><description><![CDATA[Um blog que relaciona fenômenos musicais com conceitos de comunicação e educomunicação, reunindo materiais hipermidiáticos para aprofundar os assuntos apresentados.]]></description><link>https://phmda10.wixstudio.com/termometro-musical/blog</link><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 04:11:16 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://phmda10.wixstudio.com/termometro-musical/blog-feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title><![CDATA[Hyperpop e o desconforto do experimental: narrativas queer, não-coisas e novos códigos para a realidade]]></title><description><![CDATA[Em alguma trend ou comunidade digital criada na pandemia, nas plataformas de streaming, em discussões acaloradas nas redes sociais ou em alguma manifestação do fenômeno que foi o Brat Summer em 2024, você já deve ter ouvido falar em algum momento do famigerado hyperpop .  Nem sempre tão carinhosamente apelidado de “bate-panela” pelos não-íntimos, o termo - que na verdade é bem recente, assim como sua popularidade - tem começado a sair de sua bolha, conquistando espaços em festivais, feeds e...]]></description><link>https://phmda10.wixstudio.com/termometro-musical/post/hyperpop-e-o-desconforto-do-experimental-narrativas-queer-n%C3%A3o-coisas-e-novos-c%C3%B3digos-para-a-realid</link><guid isPermaLink="false">6915969e6bb190272f298c09</guid><pubDate>Thu, 13 Nov 2025 08:31:50 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/f003df_1c7403d295974ad2a430a5d1e6e235a7~mv2.jpeg/v1/fit/w_1000,h_960,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Pedro Assis</dc:creator></item><item><title><![CDATA[AmarElo: afeto, identidade e educação]]></title><description><![CDATA[O rap chegou ao Brasil nos anos 1980 como um manifesto nas ruas, mas rapidamente ganhou sotaque, cor e história próprias. Nas periferias de São Paulo, o gênero se transformou em uma poderosa ferramenta de expressão social e política, dando voz a quem raramente era ouvido. Mais do que música, o rap tornou-se linguagem, sendo um modo de narrar as dores e potências da vida urbana, um registro das desigualdades e um chamado à consciência coletiva. Nas rimas dos Racionais MC’s, de Sabotage, Black...]]></description><link>https://phmda10.wixstudio.com/termometro-musical/post/amarelo-afeto-identidade-e-educa%C3%A7%C3%A3o</link><guid isPermaLink="false">69202c1135662176f69aa0d0</guid><pubDate>Fri, 21 Nov 2025 09:33:01 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/f003df_7ee202fe0c2741a6bcc11d0d8dc80cda~mv2.jpg/v1/fit/w_799,h_462,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Maria Mirella</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Rap, feminismo e ativismo negro: disputas de imaginário na mídia e na música - AJULIACOSTA feat. Maria de Lourdes Motter]]></title><description><![CDATA[O gênero musical do rap se consolidou em disputas midiáticas em época de silenciamento dando voz a grupos marginalizados, a obra vinda da periferia desconstruía o imaginário popular da música brasileira estilo bossa nova. Dessa forma, o rap foi um território de resistência, um espaço onde as vozes marginalizadas encontraram força para narrar suas próprias histórias. Mas dentro dessa narrativa coletiva, continuamos assistindo silenciamentos, e é sobre eles que eu quero falar hoje no Termômetro...]]></description><link>https://phmda10.wixstudio.com/termometro-musical/post/rap-feminismo-e-ativismo-negro-disputas-de-imagin%C3%A1rio-na-m%C3%ADdia-e-na-m%C3%BAsica-ajuliacosta-feat-mar</link><guid isPermaLink="false">691d7b2626d0d5c718e4c605</guid><pubDate>Wed, 19 Nov 2025 08:32:34 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/f003df_851d0494bb454dc29526e079f190915b~mv2.jpg/v1/fit/w_736,h_568,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Maria Ribeiro</dc:creator></item></channel></rss>