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Hyperpop e o desconforto do experimental: narrativas queer, não-coisas e novos códigos para a realidade
Em alguma trend ou comunidade digital criada na pandemia, nas plataformas de streaming, em discussões acaloradas nas redes sociais ou em alguma manifestação do fenômeno que foi o Brat Summer em 2024, você já deve ter ouvido falar em algum momento do famigerado hyperpop . Nem sempre tão carinhosamente apelidado de “bate-panela” pelos não-íntimos, o termo - que na verdade é bem recente, assim como sua popularidade - tem começado a sair de sua bolha, conquistando espaços em fes

Pedro Assis
13 de nov. de 202510 min de leitura


AmarElo: afeto, identidade e educação
O rap chegou ao Brasil nos anos 1980 como um manifesto nas ruas, mas rapidamente ganhou sotaque, cor e história próprias. Nas periferias de São Paulo, o gênero se transformou em uma poderosa ferramenta de expressão social e política, dando voz a quem raramente era ouvido. Mais do que música, o rap tornou-se linguagem, sendo um modo de narrar as dores e potências da vida urbana, um registro das desigualdades e um chamado à consciência coletiva. Nas rimas dos Racionais MC’s, de

Maria Mirella
21 de nov. de 20254 min de leitura


Rap, feminismo e ativismo negro: disputas de imaginário na mídia e na música - AJULIACOSTA feat. Maria de Lourdes Motter
O gênero musical do rap se consolidou em disputas midiáticas em época de silenciamento dando voz a grupos marginalizados, a obra vinda da periferia desconstruía o imaginário popular da música brasileira estilo bossa nova. Dessa forma, o rap foi um território de resistência, um espaço onde as vozes marginalizadas encontraram força para narrar suas próprias histórias. Mas dentro dessa narrativa coletiva, continuamos assistindo silenciamentos, e é sobre eles que eu quero falar h

Maria Ribeiro
19 de nov. de 20256 min de leitura


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